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Em mais um ano eleitoral, Alfredo Nascimento, Eduardo Braga e Omar Aziz aparecem e prometem o asfaltamento da BR-319 a promessa nunca foi cumprida 

Após 20 anos esses políticos merecem continuar?

Fonte: Redação Realidadeam

Após 20 anos, a população ainda espera: o caso da BR-319 e a cobrança aos políticos do Amazonas

Em março de 2004 - Alfredo Pereira do Nascimento, foi ministro dos Transportes em três ocasiões durante os governos Lula e Dilma Rousseff, vice-governador do Amazonas, senador e deputado federal pelo mesmo estado e prefeito de Manaus.

Eduardo Braga - Governador do Amazonas por 2 mandatos de 1º de janeiro de 2003 a 30 de março de 2010 É Senador por 2 mandatos iniciando em 1º de fevereiro de 2011.

Omar Aziz - Governador do Amazonas no período 31 de março de 2010 até 4 de abril de 2014. Senador no segundo mandato no Período 1.º de fevereiro de 2015 até a atualidade.

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Por décadas, a BR-319 tem sido apresentada como uma das principais promessas para integrar o Amazonas ao restante do país por via terrestre. A rodovia, que liga Manaus a Porto Velho, enfrenta problemas históricos de infraestrutura, e sua recuperação e pavimentação vêm sendo discutidas por sucessivos governos e lideranças políticas há mais de duas décadas.

Nesse período, nomes como Alfredo Nascimento, Eduardo Braga e Omar Aziz estiveram entre as principais lideranças políticas do estado, ocupando cargos de destaque em diferentes momentos da vida pública amazonense.

Entre parte da população, cresce a percepção de que a BR-319 se transformou em uma promessa recorrente de campanha. Em anos eleitorais, discursos, entrevistas e compromissos públicos costumam reforçar a importância da rodovia para o desenvolvimento econômico, a logística e a integração regional. Entretanto, muitos cidadãos questionam por que, após tantos anos de debates, estudos e anúncios, a obra ainda não foi concluída.

Por outro lado, o processo também envolve questões ambientais complexas. O asfaltamento da BR-319 é alvo de discussões sobre impactos ambientais, licenciamento e preservação da floresta amazônica, fatores que contribuíram para atrasos e disputas judiciais ao longo dos anos.

A principal questão levantada por muitos eleitores é simples: após tantos mandatos, promessas e campanhas, quais resultados concretos foram entregues? A cobrança não se limita a um único político ou partido, mas a toda uma geração de lideranças que, direta ou indiretamente, participou dos debates sobre a rodovia.

Em uma democracia, cabe ao eleitor avaliar o histórico, as promessas cumpridas e os resultados apresentados por cada representante. A discussão sobre a BR-319 continua sendo um dos temas mais simbólicos para medir a capacidade da classe política amazonense de transformar discursos em realizações concretas.

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